A Plataforma  – Um Monte de Palavras e Notas Musicais

Desde sempre que o Homem se viu na necessidade de projectar, de planear e conceber planos para algo futuro. O planeamento é algo essencial para que as linhas pré-estabelecidas sejam, se possível e preferencialmente, seguidas. Uma obra de arquitectura exige uma planificação antes do início do que quer que seja. É fundamental que se estabeleçam metas, processos de concepção da ideia e se alerte a mente para descuidos no decurso do caminho. Esses percalços, os safados!
Por outro lado, o Homem também se vê, mais vezes do que aquilo que desejava, imerso em dúvidas e questões acerca do passo a dar, daí, por vezes, adiar dar o mesmo, e nesses casos não há planificação que o safe!
Este caso – o meu – é, de certo modo, um exemplo perfeito do referido imediatamente acima: as dúvidas vão-se avolumando e, passado algum tempo, não sabemos sequer se a ideia que tivemos ontem, e nos soava tão bem, faz hoje sentido algum… escrever é um pouco lixado. Não é lixado no sentido em que qualquer um de nós o pode fazer. Não é Ciência Molecular, de certo modo – ou de modo algum – mas acarreta aquele peso de “Escreveste. Publicaste. Aguenta-te!” Sim, o “peso” reside todo aí: aguenta-te. Quem, de nós, gosta de ouvir que algo feito por ele, é mau? Está mal gerado ou serve para zero? My point exactly… so deal with it!
Ainda assim, e consciente da quantidade de más críticas, continua-se a escrever e a publicar e a “dar o peito às balas” para defender aquilo que se passou para o virtual papel, mais que não seja pelo facto de que ter uma opinião e defendê-la com conceitos, argumentos e uma postura correcta para com o nosso “adversário”, não é de modo algum algo mau.
Assim sendo, e passados meses a mais – creio que se juntarmos todos, passa de ano… ou anos – finalmente vos mostro a base a partir da qual algo há-de florescer ou coisa e tal. Música. Música, meus senhores. Dificilmente se falará de outra coisa que não Música. Porquê, perguntais vós. Porque sem Música… que raio andava eu aqui a fazer? Espero que gostem e, caso não gostem, podereis sempre sair, desligar-vos e seguir a vossa vida sem recearem ter um novo contacto com as minhas Palavras, Ideias, Opiniões e Perspectivas da musicalidade que me rodeia. Aos que ficarem…: boa sorte e haja paciência, Camaradas. Alguns serão mesmo camaradas, creio; pelo menos duas sei que são… três, vá!

Beijinhos e abraços desde o Reino Maravilhoso ou da Metrópole do (Falso) Império…

Daniel Pinheiro

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